domingo, 6 de dezembro de 2009

Trezentos e sessenta e cinco dias de dois mil quilômetros, e o infinito de um amor guardado comigo!

nas minhas madrugadas eu me perco pensando em você e no quanto foi bom enquanto você esteve por perto! há um ano eu me sinto desprotegida e fraca, como se tivesse perdido uma perna! não sinto mais de perto aquele amor, que de um jeito particular, talvez não do jeito que eu queria que fosse, era meu. você foi embora, e mesmo depois disso levou tempo pra eu perceber que você me coloria mais do que eu pude notar! mas aí já não cabia mais a mim nem à minha vontade te fazer ficar comigo, em mim! sei que depois desse tempo todo a gente mudou, e enfim se perder nos nossos dois mil quilômetros; mas eu não sei porque, ou talvez eu saiba, me pego suspirante por qualquer coisa vinda de você, ainda sonho contigo, e sim, conto os dias pra te ver de novo! não sei como e nem porque comigo, mas você me pegou de jeito! acho que a particularidade das circunstâncias e a intensidade do início tenha feito com que eu me apegasse tanto a esse sentimento louco que agora eu não sei mais como me ver livre dele! eu confesso, tento de verdade! mas não adianta correr pra outro braço que não o seu e te procurar em outros rostos, outros corpos! eu sei que no fundo o que eu espero é você! e tenho medo! medo do quanto ainda vai levar pra eu voltar a te ver como só mais um alguém! andei reclamando tanto de que precisava estar apaixonada por alguém! de fato preciso! paixão camufla amor e o que o que eu sinto dói demais em mim! só não dói mais que a dor de não te ter! nunca ter tido! o que me impressiona é que de todas as outras, eu me senti amada pela única que talvez não tenha sentido uma ponta de amor verdadeiro por mim! curioso? real, com toda a certeza!

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