Bom… um ano… O que muda em um ano? Alguma coisa muda mesmo?
Eu mudei, me mudei, pessoas mudaram de mim… Aconteceu. Como a chuva cai, como o sol nasce todo dia… São coisas que a gente não consegue evitar. E eu não consegui evitar que alguém ia chegar e mudar meus últimos 365 desse jeito!
Foi aquilo… não vou tentar ter você mas não vou fugir de você. Não fugi, e o que tinha que vir, veio, intensamente, e me encharcou de promessas. Mas molhado a gente pesa, e como tinha que ser, alguma coisa pesou mais do que a vontade de antes, do que o encanto de antes. Se eu te decifrei, perdão também; taí outra coisa que eu não consegui lutar contra. Eu te decifrei e você nem notou; te decifrei e fui me afastando, e você, achando que o que tinha te picado talvez tivesse me picado também, começou a se afastar também, bem como eu já previa. E deu no que deu… E o ruim foi que dessa vez eu não estava esperando nada de bom, eu já sabia no que ia dar; eu pra cá, você pra lá…
Foi bom, mas acabou. Como tudo que existe, era de se esperar que findasse. Foi bom, mas eu não repetiria, foi bom e eu nem queria… Foi bom, mas foi breve, e por ter sido breve eu acho que poderia ter sido melhor. Foi intenso demais pra ser tão bom, alguma coisa ia acabar gritando mais alto que esse amor. Foi bom e eu nem tive tempo de me despedir! Foi bom, mas acabou… Eu ainda te amo, mas acabou…
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
terça-feira, 30 de março de 2010
quarta-feira, 10 de março de 2010
A fulana...
Passou mais um dois de março, e se eu não tive coragem de escrever algo aqui sobre o meu três de março de 2010 foi por pura vergonha! Vergonha de não ter conseguido segurar o amor da minha vida depois de todo o esforço que eu fiz pra tê-lo nas mãos... Dói agora mais do que antes e mais em mim no que nela. E eu ainda não sei porque e nem sei se devia desperdiçar minhas noites chorando ao travesseiro sussurando melodias que me trazem ao peito tudo o que a gente passou! E choro, e choro mais... E não, passa! Ao contrário... Padece! E fica esse amor moribundo esperando um safanão pra morrer de vez; safanão que nunca vem! Aliás, ao invés de palavras ríspidas e gestos impetuosos eu recebo carinhos e palavras de significado arbitrário e confuso que só alimentam mais a minha dor, e que dor... Mas e aí?! ... O que me resta a fazer mesmo e sentir, calada, até que, enfim, isso acabe de uma vez. Só espero que ainda reste um pouco de mim depois...
domingo, 6 de dezembro de 2009
Porque a gente vive é assim...
De amor e dor! E tudo o que se encontra nesse meio termo só nos faz lembrar de que quando a gente voa, a gente corre risco de cair; e que quando dói, podemos ter certeza de que vai doer mais, mas vai passar! Sempre passa! Tem que passar!
Trezentos e sessenta e cinco dias de dois mil quilômetros, e o infinito de um amor guardado comigo!
nas minhas madrugadas eu me perco pensando em você e no quanto foi bom enquanto você esteve por perto! há um ano eu me sinto desprotegida e fraca, como se tivesse perdido uma perna! não sinto mais de perto aquele amor, que de um jeito particular, talvez não do jeito que eu queria que fosse, era meu. você foi embora, e mesmo depois disso levou tempo pra eu perceber que você me coloria mais do que eu pude notar! mas aí já não cabia mais a mim nem à minha vontade te fazer ficar comigo, em mim! sei que depois desse tempo todo a gente mudou, e enfim se perder nos nossos dois mil quilômetros; mas eu não sei porque, ou talvez eu saiba, me pego suspirante por qualquer coisa vinda de você, ainda sonho contigo, e sim, conto os dias pra te ver de novo! não sei como e nem porque comigo, mas você me pegou de jeito! acho que a particularidade das circunstâncias e a intensidade do início tenha feito com que eu me apegasse tanto a esse sentimento louco que agora eu não sei mais como me ver livre dele! eu confesso, tento de verdade! mas não adianta correr pra outro braço que não o seu e te procurar em outros rostos, outros corpos! eu sei que no fundo o que eu espero é você! e tenho medo! medo do quanto ainda vai levar pra eu voltar a te ver como só mais um alguém! andei reclamando tanto de que precisava estar apaixonada por alguém! de fato preciso! paixão camufla amor e o que o que eu sinto dói demais em mim! só não dói mais que a dor de não te ter! nunca ter tido! o que me impressiona é que de todas as outras, eu me senti amada pela única que talvez não tenha sentido uma ponta de amor verdadeiro por mim! curioso? real, com toda a certeza!
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
Pois não, por aqui ainda temos todo tipo de amor por você!
"O homem é um grão na imensidão da Terra e não erra quem diz que a Terra inteira é um grão de poeira no Universo e que meu verso é nada comparado a tais grandezas. Mas digo com certeza, meu verso comparado à vida tem algum valor, pois há de ficar quando minha vida se for. Então me respondam, por favor: Qual o valor mais alto, o Universo, a Terra, a Vida, ou o Verso?
É verdade que o homem é um grão na imensidão da Terra. Mas é um grão que guarda em si a Vida, o Amor e o Verso. Então, se dá o reverso, o grão de pó ganha grandeza e nós ganhamos a certeza que a poesia indica que as eras do Universo passam e os homens que amam ficam."
É verdade que o homem é um grão na imensidão da Terra. Mas é um grão que guarda em si a Vida, o Amor e o Verso. Então, se dá o reverso, o grão de pó ganha grandeza e nós ganhamos a certeza que a poesia indica que as eras do Universo passam e os homens que amam ficam."
quinta-feira, 24 de setembro de 2009
terça-feira, 4 de agosto de 2009
Um post comercial! rs

Gente, hoje não tem nada nem dramático, nem profissional, nem apaixonado, nem carente nem nada! Tô auqi pra divulgar o meus canais midiáticos e também o meu som!
Estive em estúdio gravando há uns dias e confesso que ficou bem legal! Distribuam por aí como quiserem e sem moderação!
http://www.purevolume.com/AlineC
sexta-feira, 17 de julho de 2009
Ossos do ofício [2]
Vinte minutos é o que eu tenho pra um post super corrido aqui!
Depois de exaustivas vinte horas aprendendo sobre metodologia, dinâmica em sala de aula e otras cositas mas, finalmente I'm gratuated to teach english for the basic levels! Gente, saiu um peso de cinquenta quilos das minhas costas.
Durante esses longos doze anos estudando inglês eu nunca achei que fosse tão difícil assim dar aulas. As minhas primeiras experiências as a teacher foram das mais variadas possíveis. Mas eu gostei, gostei muito, alías. Por mais que os alunos sejam bagunceiros e às vezes a coisa fique cansativa. No auge dos meus dezessete anos eu não sei se querer ser uma professora de idiomas é o que encheria os meus olhos. Acontece que uma vez dentro de sala ministrando as aulas você não quer mais parar!
Pode não ser o que eu vá afzer pro resto da vida, mas ser professora não é ruim! rs
Espero que meu pai fique orgulhoso! rs Afinal ele passou boa parte do tempo dele me ensinando tudo o que eu sei de inglês. Thanks, dad, for all these years!
ps: ter um pai com tripla nacionalidade.
pps: sobre o post "ossos do ofício", desconsiderem boa parte! escrevi aquilo num dia ruim! HHHAHAHAHAHAHAHAA
Depois de exaustivas vinte horas aprendendo sobre metodologia, dinâmica em sala de aula e otras cositas mas, finalmente I'm gratuated to teach english for the basic levels! Gente, saiu um peso de cinquenta quilos das minhas costas.
Durante esses longos doze anos estudando inglês eu nunca achei que fosse tão difícil assim dar aulas. As minhas primeiras experiências as a teacher foram das mais variadas possíveis. Mas eu gostei, gostei muito, alías. Por mais que os alunos sejam bagunceiros e às vezes a coisa fique cansativa. No auge dos meus dezessete anos eu não sei se querer ser uma professora de idiomas é o que encheria os meus olhos. Acontece que uma vez dentro de sala ministrando as aulas você não quer mais parar!
Pode não ser o que eu vá afzer pro resto da vida, mas ser professora não é ruim! rs
Espero que meu pai fique orgulhoso! rs Afinal ele passou boa parte do tempo dele me ensinando tudo o que eu sei de inglês. Thanks, dad, for all these years!
ps: ter um pai com tripla nacionalidade.
pps: sobre o post "ossos do ofício", desconsiderem boa parte! escrevi aquilo num dia ruim! HHHAHAHAHAHAHAHAA
quarta-feira, 1 de julho de 2009
Primeiro de Julho
Rachou-se hoje o ano ao meio. Ainda faltam 182 dias até o fim! E no fim?! Eu lá e você COMIGO!
Ando suspirante demais pra escrever qualquer coisa coerente! Perdão! rs
.
Ando suspirante demais pra escrever qualquer coisa coerente! Perdão! rs
.
quinta-feira, 18 de junho de 2009
Relatos de um futuro previsto (ou previsto futuro)
Sinto-me profeta do tempo agora que o inverno se aproxima. Eu bem que tentei fazer com que isso soasse menos impactante. Mas qual é o louco que dá ouvidos a um coração apaixonado? mais do que tentar me fazer ouvir eu tentei nos prevenir de um final totalmente previsível. Era de se esperar que acontecesse desse jeito e pra mim não foi surpresa quando o "eu te amo" que vinha na minha direção tinha muitos e muitos ecos paralelos que não se encontravam só na minha interestadual. E quando eu digo muitos não estou usando de nenhuma espécie de hipérbole. mas num lapso de (não sei o que até hoje) eu pulei fora desse barco antes que ele se atracasse em qualquer cais de solidão e sofrer.
E vem vindo o meu mencionado inverno que traz você e todas as minhas lembranças. Já não sei mais do que você é feita: de dor, de esperança, de amor, de lembranças, de vontade ou de decepção! Antes fossem só a esperança, a vontade, as lembranças e o amor! Não sei aonde isso tudo se misturou com a outra vontade anterior e nunca deixada de lado que era te ter bem mais além dos tais dois mil kilômetros. Bem, bem mais além. Aonde eu não conseguisse ter você nem em pensamento. (Meu pensamento corrente que tinha nome, cor e cheiro, ele machucava demais!)
Agora sei lá dessa maré que te trouxe de novo. Só sei que agora eu já não espero mais. Nem eu nem o meu cais. Já não há mais espaço pras suas conversas de taberna e meu estaleiro não comporta tal descomunal embarcação de palavras doces e sorrisos e abraços e mãos suaves nos meus cabelos. Nem me ocupo mais em procurar abrigo pros teus beijos.
Vem, inverno, e traga contigo toda a neblina e serração e folhas secas. Mostre-me que eu nunca estive errada e deixa eu me render ao tempo, que sempre foi meu companheiro. Vem, inverno, e mostre a ela que eu sou mais que um amor de estação. Vem, inverno, e não me faça descrente do que eu acredito.
Com ou sem vestidinho novo, com ou sem olhos verdes penetrantes, com ou sem nossas melodias particulares, com ou sem os nossos beijos, com ou sem eles você já não faz parte de mim! Assim como deveria ter sido; assim como sempre foi pra você. e
E eu já me perco nas minhas contas... Seriam 2 ou 1% meus o seu coração?! Creio que menos ainda... É, nunca fui boa nem em matemática nem com amores!
E vem vindo o meu mencionado inverno que traz você e todas as minhas lembranças. Já não sei mais do que você é feita: de dor, de esperança, de amor, de lembranças, de vontade ou de decepção! Antes fossem só a esperança, a vontade, as lembranças e o amor! Não sei aonde isso tudo se misturou com a outra vontade anterior e nunca deixada de lado que era te ter bem mais além dos tais dois mil kilômetros. Bem, bem mais além. Aonde eu não conseguisse ter você nem em pensamento. (Meu pensamento corrente que tinha nome, cor e cheiro, ele machucava demais!)
Agora sei lá dessa maré que te trouxe de novo. Só sei que agora eu já não espero mais. Nem eu nem o meu cais. Já não há mais espaço pras suas conversas de taberna e meu estaleiro não comporta tal descomunal embarcação de palavras doces e sorrisos e abraços e mãos suaves nos meus cabelos. Nem me ocupo mais em procurar abrigo pros teus beijos.
Vem, inverno, e traga contigo toda a neblina e serração e folhas secas. Mostre-me que eu nunca estive errada e deixa eu me render ao tempo, que sempre foi meu companheiro. Vem, inverno, e mostre a ela que eu sou mais que um amor de estação. Vem, inverno, e não me faça descrente do que eu acredito.
Com ou sem vestidinho novo, com ou sem olhos verdes penetrantes, com ou sem nossas melodias particulares, com ou sem os nossos beijos, com ou sem eles você já não faz parte de mim! Assim como deveria ter sido; assim como sempre foi pra você. e
E eu já me perco nas minhas contas... Seriam 2 ou 1% meus o seu coração?! Creio que menos ainda... É, nunca fui boa nem em matemática nem com amores!
domingo, 14 de junho de 2009
"Garot'a's"
Frio, muito frio, um colchão de ar, um lençol, eu e você! Eu não precisei de mais nada ontem. entre beijos e mordidas, o nosso compasso ritmado de respirações ofegantes de fez música. Há muito eu já esperava por isso e acho que você também! Nunca havia sido de tudo completo até então.
E eu sei o quanto eu esperei por você esses dias todos. Desde o dia que eu resolvi, do nada, te falar desse meu sentimento recolhido que costumam chamar de amor. Mas aqui, depois de um dia inteiro do seu lado, eu não queria mais nada além de te sentir de novo depois desse tempo todo longe de você. E como já dizia Leoni, foram "mãos e braços, beijos e abraços". E foi, com o perdão da expressão, DO CARALHO. Tenho até que me desculpar pelo apelido! Se antes era veloz por paradoxo, hoje é por mérito. Mérito que eu, por direito, reconheci. E confesso, estou surpresa com a, digamos, desenvoltura tua. Sei que mais digno não poderia ser. E nada de comentários clorofilados dessas vez. Não teve verde nem roxo nem azul nem nada. O máximo que se pode ouvir foi algum susurro no ouvido de vez em quando, e quando deu tempo, rolou alguma conversa. Enfim, já disse que amo sumir no meio no teu abraço? E amo quando você me cobre e quando me aperta contra você e me beija; e quando desliza a mão pelas minhas costas num jeito que se confundiria com um ninar, se não fosse pelas circunstâncias em que ele acontece; e acho que eu nem consigo imaginar de outro jeito... Foi tão, tão, foda, que essa minha capacidade de experimentação e imaginação nem conseguem criar qualquer coisa diferente.
E eu quero de novo, e quero pra sempre. Mais do que mais noites assim eu quero é VOCÊ!
E eu sei o quanto eu esperei por você esses dias todos. Desde o dia que eu resolvi, do nada, te falar desse meu sentimento recolhido que costumam chamar de amor. Mas aqui, depois de um dia inteiro do seu lado, eu não queria mais nada além de te sentir de novo depois desse tempo todo longe de você. E como já dizia Leoni, foram "mãos e braços, beijos e abraços". E foi, com o perdão da expressão, DO CARALHO. Tenho até que me desculpar pelo apelido! Se antes era veloz por paradoxo, hoje é por mérito. Mérito que eu, por direito, reconheci. E confesso, estou surpresa com a, digamos, desenvoltura tua. Sei que mais digno não poderia ser. E nada de comentários clorofilados dessas vez. Não teve verde nem roxo nem azul nem nada. O máximo que se pode ouvir foi algum susurro no ouvido de vez em quando, e quando deu tempo, rolou alguma conversa. Enfim, já disse que amo sumir no meio no teu abraço? E amo quando você me cobre e quando me aperta contra você e me beija; e quando desliza a mão pelas minhas costas num jeito que se confundiria com um ninar, se não fosse pelas circunstâncias em que ele acontece; e acho que eu nem consigo imaginar de outro jeito... Foi tão, tão, foda, que essa minha capacidade de experimentação e imaginação nem conseguem criar qualquer coisa diferente.
E eu quero de novo, e quero pra sempre. Mais do que mais noites assim eu quero é VOCÊ!
sexta-feira, 12 de junho de 2009
Ao leite!
E como eu costumo dizer... Dia dos namorados foi criado pela indústria de chocolates que se viu falida em um dado momento da história. É, acho mesmo que seja isso! Mas sabe, não tem como não ser romântica no dia dos namorados quando se tem um namorado, no caso! Ou namorada, no MEU caso! rs
E hoje, um ano e mais um pouco depois, eu tô aqui, contigo, de novo, tentando colocar um final feliz nas nossas antigas reticências. E quero que dessa vez dê certo, sabe? Nosso namoro foi aquela coisa de empolgação, de começar do nada e acabar também do nada. Foi sem sentido mas acho que se isso não tivesse acontecido eu não teria crescido 40% do que eu cresci ano passado!
Confesso que foi uma supresa pra mim descobrir aqui dentro um amor que não tinha ido embora ainda. E mais surpresa eu fiquei quando vi que ele existia em você também! E que bom, que bom que a gente se dispôs a começar tudo de novo e fazer de verdade dessa vez. Agora? Agora deixa que daqui pra frente a gente sabe como fazer.
E Feliz dia dos Namorados! Eu te amo muito
"This heart, it beats, beats for only YOU, My heart is YOURS! (8)"
E hoje, um ano e mais um pouco depois, eu tô aqui, contigo, de novo, tentando colocar um final feliz nas nossas antigas reticências. E quero que dessa vez dê certo, sabe? Nosso namoro foi aquela coisa de empolgação, de começar do nada e acabar também do nada. Foi sem sentido mas acho que se isso não tivesse acontecido eu não teria crescido 40% do que eu cresci ano passado!
Confesso que foi uma supresa pra mim descobrir aqui dentro um amor que não tinha ido embora ainda. E mais surpresa eu fiquei quando vi que ele existia em você também! E que bom, que bom que a gente se dispôs a começar tudo de novo e fazer de verdade dessa vez. Agora? Agora deixa que daqui pra frente a gente sabe como fazer.
E Feliz dia dos Namorados! Eu te amo muito
"This heart, it beats, beats for only YOU, My heart is YOURS! (8)"
quinta-feira, 28 de maio de 2009
A problemática da reforma...
"Bom, comecemos a dissertação partindo de um instrospecto. Após treze anos letivos escrevendo pára-quedas, idéia e lingüiça, surge essa tal de “reforma ortográfica”! Como se já não bastasse o esforço descomunal – ou nem tanto assim – para decorar fórmulas e conceitos e tudo mais da grade curricular de um terceiro ano, tenho agora que reaprender a escrever?
Vou fazer desse assunto sério um texto mais descontraído como forma de protesto. Eu digo: Não à reforma ortográfica!
Por que? Imagine você, leitor: temos aqui no Brasil alguns milhões de brasileiros acostumados com sol, calor e chinelo de dedo. Agora, lá do outro lado do oceano, na terra de Caminha, uns portugueses que só sabem é sentir frio o ano todo. Eis que uma convenção estabelece que Brasil e Portugal usarão cachecol e chinelos de dedo. Êpa, cadê a identidade cultural?
É claro que os “tiozinhos” que compõem o parlamento que aprovou a reforma agiram na melhor das intenções, mas a língua, é um dos registros que mais revela a identidade cultural de um povo!
Agora não adianta mais chorar o leite derramado. Uma vez unificado o idioma, vou pegar meu chinelo de dedo, amarrar meu cachecol e comprar para mamãe – ainda com til – a lingüiça para o almoço..."
E Aline C. é a única do ensino médio a fechar a redação do Simuladão II do primeiro bimestre! Ai, eu me amo! (H) HAHAHAHAHAHAHAH
:*
Vou fazer desse assunto sério um texto mais descontraído como forma de protesto. Eu digo: Não à reforma ortográfica!
Por que? Imagine você, leitor: temos aqui no Brasil alguns milhões de brasileiros acostumados com sol, calor e chinelo de dedo. Agora, lá do outro lado do oceano, na terra de Caminha, uns portugueses que só sabem é sentir frio o ano todo. Eis que uma convenção estabelece que Brasil e Portugal usarão cachecol e chinelos de dedo. Êpa, cadê a identidade cultural?
É claro que os “tiozinhos” que compõem o parlamento que aprovou a reforma agiram na melhor das intenções, mas a língua, é um dos registros que mais revela a identidade cultural de um povo!
Agora não adianta mais chorar o leite derramado. Uma vez unificado o idioma, vou pegar meu chinelo de dedo, amarrar meu cachecol e comprar para mamãe – ainda com til – a lingüiça para o almoço..."
E Aline C. é a única do ensino médio a fechar a redação do Simuladão II do primeiro bimestre! Ai, eu me amo! (H) HAHAHAHAHAHAHAH
:*
quarta-feira, 27 de maio de 2009
Ossos do ofício!
Dar aulas de inglês é a minha profissão secundária! E de verdade, às vezes é um SACO!
Até então eu amava o fato de ter um pai com tripla nacionalidade que me ensinou a falar dad primeiro que papai! rs Mas quando ele cismou de me botar pra dar aula aqui no CCAA, mew, PIREI!
No primeiro instante a gente se empolga, vê que a grana vale à pena e tal! É até legal, de verdade. Mas sempre tem um, dois, três, dez, vinte e um chatinhos que atormentam a tua aula e te torram o saco! E a gente ainda ouve comentários do tipo "a tia é muito chata"!
Orra, bando de possuídos que não calam a boca!
Mas desde mês passado meu método tá sendo diferente! Chego dentro de sala e só falo em inglês! Nenhum deles abriu a boca desde então!
Até que eu resolvi trazer musiquinhas pra dinamizar a aula! PRA QUE?!
Bom, o primeiro semestre letivo tá acabando, e em agosto começa mais uma batalha! Até o fim do ano vencem eles ou eu?
Ai, acho que tô nova demais pra ter como minha primeira experiência profissional ensinar inglês pra esses pestinhas, ops, gracinhas!
Só um comentário final... Ainda bem que professor de curso de idioma ganha razoavelmente bem! Se não fosse isso eu já tinha largado essa vida e voltado pra música há TEMPOS! rs
Comentário dois: não deixei a música de lado não! Aliás, Restaurante Trival dia 19 de junho com Aline C. às 22:00 hrs! Apareçam!
Comentário três: Cantar me rende mais do que ser professora!
.
Até então eu amava o fato de ter um pai com tripla nacionalidade que me ensinou a falar dad primeiro que papai! rs Mas quando ele cismou de me botar pra dar aula aqui no CCAA, mew, PIREI!
No primeiro instante a gente se empolga, vê que a grana vale à pena e tal! É até legal, de verdade. Mas sempre tem um, dois, três, dez, vinte e um chatinhos que atormentam a tua aula e te torram o saco! E a gente ainda ouve comentários do tipo "a tia é muito chata"!
Orra, bando de possuídos que não calam a boca!
Mas desde mês passado meu método tá sendo diferente! Chego dentro de sala e só falo em inglês! Nenhum deles abriu a boca desde então!
Até que eu resolvi trazer musiquinhas pra dinamizar a aula! PRA QUE?!
Bom, o primeiro semestre letivo tá acabando, e em agosto começa mais uma batalha! Até o fim do ano vencem eles ou eu?
Ai, acho que tô nova demais pra ter como minha primeira experiência profissional ensinar inglês pra esses pestinhas, ops, gracinhas!
Só um comentário final... Ainda bem que professor de curso de idioma ganha razoavelmente bem! Se não fosse isso eu já tinha largado essa vida e voltado pra música há TEMPOS! rs
Comentário dois: não deixei a música de lado não! Aliás, Restaurante Trival dia 19 de junho com Aline C. às 22:00 hrs! Apareçam!
Comentário três: Cantar me rende mais do que ser professora!
.
segunda-feira, 25 de maio de 2009
"No deserto, sem saudade, sem remorso, só..."
E você sabe que era seu todo o meu estoque de amor!
E foi por você que eu suportei o que eu não suportaria por ninguém: a dor de esperar.
Meus parâmetros e limites se perdiam no tempo-espaço quando você me cercava e me abraçava.
E era assim que você sempre me fazia esquecer das coisas.
E fui por bastante tempo levando, aqui comigo, você!
E o tempo passou e passou a negligenciar os erros teus e meus...
Desculpe-me agora então se te causei qualquer ponta de sofrer...
Mas é que você me machucava há tempos, eu é que não gritei!
ps: e fica a dica aqui de uma música linda linda linda interpretada lindamente pela linda da jenninha! rere
http://www.myspace.com/jenninhasouza
Inverno - Adriana Calcanhoto by Jennifer Souza *_*
E foi por você que eu suportei o que eu não suportaria por ninguém: a dor de esperar.
Meus parâmetros e limites se perdiam no tempo-espaço quando você me cercava e me abraçava.
E era assim que você sempre me fazia esquecer das coisas.
E fui por bastante tempo levando, aqui comigo, você!
E o tempo passou e passou a negligenciar os erros teus e meus...
Desculpe-me agora então se te causei qualquer ponta de sofrer...
Mas é que você me machucava há tempos, eu é que não gritei!
ps: e fica a dica aqui de uma música linda linda linda interpretada lindamente pela linda da jenninha! rere
http://www.myspace.com/jenninhasouza
Inverno - Adriana Calcanhoto by Jennifer Souza *_*
quarta-feira, 13 de maio de 2009
Tudo sempre um erro!
Esse post já foi publicado no meu fotolog há tempos atrás!
Acho super válidoo texto by me, rs, e resolvi salvar ele aqui também!
(Y)
É tudo sempre um erro! desde o momento em que você nasce até á última batida do coração! tudo sempre um erro! os passos, os gestos, os medos! tudo sempre um erro! até mesmo quando a gente não saber o que faz e não faz nada, erra! malditos humanos que nunca sabem o que querem! nunca! em meio a exclamações, vírgulas, amores, beijos, tapas, silêncio, a verdade vai se contruindo, sendo errada ou não! a gente acorda já errando, pensando que queria dormir mais! e levanta, e escovas os dentes, e se perde sempre nas mesmas coisas! tudo um erro! e sai de casa, e tira o carro da garagem, daquele jeito bem errado, que não foi como te ensinaram na auto-escola! e surge a primeira namorada, e rola a primeira transa, e acontece todo o resto! erro? erro! ninguém sabe de nada e todo mundo acha que sabe de tudo! a gente se esquece que por trás da gente tem outra pessoa que errou tambem! mais, ou menos, não importa! mas o perigoso é descobrir aonde o perigo mora! não, não errei construindo essa frase... sim, perigoso... porque como eu já disse, todo mundo acha que nunca erra! e a gente até acerta às vezes! mas cai naquela mesmice, sabe, de sempre acertar (e viva a ironia, o que não é, nem de longe, errado de se usar)...e que coisa, que mania feia essa da humanidade de se cansar facilmente das coisas, não é?! e segue assim: errando achando que acertamos a gente vai se construindo, e quando cansa a gente erra de novo e tudo segue do mesmo jeito! errando acertando e acertando errando! porque nem sempre se agrada à todo mundo! as coisas são meio confusas num mundo de verdades e mentiras e ligações perdidas e amores imperfeitos e corações quebrados! ninguém erra consigo mesmo, ou pelo menos acha que não! e o incrível é que isso é o que mais acontece! e a gente erra, erra, erra! e se ferra! ó, me desculpem o vocabulário meio sujo, mas como já disse, todos erram, não!? desculpas nem sempre resolvem as coisas... mas é um jeito de tentar fazer o outro acreditar que a gente reconhece, vê, acredita, percebe que errou, e que sabe que de erros o mundo está cheio, que se convenceu de que o que a gente fez não era certo! desculpem-me então! por tudo! e é assim que me despeço, ainda afirmando... tudo é um erro! mas não pra mim! não pra quem acredita na verdade e pureza das coisas! confuso?! é o preço que se paga por viver nesse mundo, sendo errante ou não!
.
Acho super válidoo texto by me, rs, e resolvi salvar ele aqui também!
(Y)
É tudo sempre um erro! desde o momento em que você nasce até á última batida do coração! tudo sempre um erro! os passos, os gestos, os medos! tudo sempre um erro! até mesmo quando a gente não saber o que faz e não faz nada, erra! malditos humanos que nunca sabem o que querem! nunca! em meio a exclamações, vírgulas, amores, beijos, tapas, silêncio, a verdade vai se contruindo, sendo errada ou não! a gente acorda já errando, pensando que queria dormir mais! e levanta, e escovas os dentes, e se perde sempre nas mesmas coisas! tudo um erro! e sai de casa, e tira o carro da garagem, daquele jeito bem errado, que não foi como te ensinaram na auto-escola! e surge a primeira namorada, e rola a primeira transa, e acontece todo o resto! erro? erro! ninguém sabe de nada e todo mundo acha que sabe de tudo! a gente se esquece que por trás da gente tem outra pessoa que errou tambem! mais, ou menos, não importa! mas o perigoso é descobrir aonde o perigo mora! não, não errei construindo essa frase... sim, perigoso... porque como eu já disse, todo mundo acha que nunca erra! e a gente até acerta às vezes! mas cai naquela mesmice, sabe, de sempre acertar (e viva a ironia, o que não é, nem de longe, errado de se usar)...e que coisa, que mania feia essa da humanidade de se cansar facilmente das coisas, não é?! e segue assim: errando achando que acertamos a gente vai se construindo, e quando cansa a gente erra de novo e tudo segue do mesmo jeito! errando acertando e acertando errando! porque nem sempre se agrada à todo mundo! as coisas são meio confusas num mundo de verdades e mentiras e ligações perdidas e amores imperfeitos e corações quebrados! ninguém erra consigo mesmo, ou pelo menos acha que não! e o incrível é que isso é o que mais acontece! e a gente erra, erra, erra! e se ferra! ó, me desculpem o vocabulário meio sujo, mas como já disse, todos erram, não!? desculpas nem sempre resolvem as coisas... mas é um jeito de tentar fazer o outro acreditar que a gente reconhece, vê, acredita, percebe que errou, e que sabe que de erros o mundo está cheio, que se convenceu de que o que a gente fez não era certo! desculpem-me então! por tudo! e é assim que me despeço, ainda afirmando... tudo é um erro! mas não pra mim! não pra quem acredita na verdade e pureza das coisas! confuso?! é o preço que se paga por viver nesse mundo, sendo errante ou não!
.
domingo, 10 de maio de 2009
E já faz algum tempo...
e só eu sei como é ter mãe e não ter ao mesmo tempo! Chega a ser estranho pensar sobre isso! Há menos de um ano eu tinha uma mãe que eu até então acreditava ser minha mãe mesmo! E há pouco descobri que eu era mais mãe dela do que ela minha! Eu quem deveria receber sempre os cartões e bombons e perfumes que tanto dei! Eu quem deveria ser acordada com o café pronto e a mesa posta de manhã! Maternidade... é um conceito meio, meio abstrato! Talvez de tão concreto que seja... Taí uma coisa que eu não consegui explicar até hoje: esse tal de amor maternal.
Me expus pra te proteger do perigo maior que sempre foi você e olha no que deu? Deu em nada; deu em mim e você assim, uma cá e outra lá.
E foi bem assim mesmo! Te vi passar outro dia, você me viu, e nada...
Lembro-me da última canção que te cantei, na chuva, no frio, à noite, você olhou, e perguntou porque eu fazia aquilo... Talvez eu nunca me canse de te cantar tal melodia, e você bem que podia me ouvir mais!
Me diz então se é errado demais sentir falta do que eu não tive nunca... Porque eu sinto saudade, e não me cansaria de cuidar de você, mesmo se eu tivesse de fazer isso pro resto da vida! Mas você não quis! Preferiu se perder entre uns, e vãos, e sons; e que assim seja então!
"E se eu numa esquina qualquer te vir, será que você vai fugir? Se você for eu vou correr! Se você for eu vou."
Los Hermanos - Do Sétimo Andar
Me expus pra te proteger do perigo maior que sempre foi você e olha no que deu? Deu em nada; deu em mim e você assim, uma cá e outra lá.
E foi bem assim mesmo! Te vi passar outro dia, você me viu, e nada...
Lembro-me da última canção que te cantei, na chuva, no frio, à noite, você olhou, e perguntou porque eu fazia aquilo... Talvez eu nunca me canse de te cantar tal melodia, e você bem que podia me ouvir mais!
Me diz então se é errado demais sentir falta do que eu não tive nunca... Porque eu sinto saudade, e não me cansaria de cuidar de você, mesmo se eu tivesse de fazer isso pro resto da vida! Mas você não quis! Preferiu se perder entre uns, e vãos, e sons; e que assim seja então!
"E se eu numa esquina qualquer te vir, será que você vai fugir? Se você for eu vou correr! Se você for eu vou."
Los Hermanos - Do Sétimo Andar
quinta-feira, 7 de maio de 2009
Post autoexplicativo!
"And I miss the lips that made me fly"
estive em crise e mayday parade me consolou! hahahahah
enfim, um post descontraído hoje!
estive em crise e mayday parade me consolou! hahahahah
enfim, um post descontraído hoje!
quarta-feira, 29 de abril de 2009
Assinar:
Postagens (Atom)
